Luiz Erundina, pioneira do “Aborto Legal”, fala a padres

image_previewNo dia 15/08/2007, a deputada Luiz Erundina (PSB-SP) requereu o desarquivamento do Projeto de Lei 4403/2004. Para tanto, a nobre deputada deu a seguinte justificativa:

“Justifica-se tal ação, para que seja retomada a tramitação da matéria a partir do estágio em que se encontrava na legislatura anterior, tendo em vista a importância da sua aprovação para a sociedade.”

O que a nobilíssima deputada chama de ação importante para a sociedade é o ABORTO DE ANENCÉFALOS. É disto que trata o Projeto de Lei em questão.

Na verdade, o projeto, que é de autoria da tristemente famosa ex-deputada Jandira Feghali, tenta inserir um inciso no artigo 128 do Código Penal, com a seguinte redação:

“Aborto Terapêutico

III – Houver evidência clínica embasada por técnica de diagnóstico complementar de que o nascituro apresenta grave e incurável anomalia, que implique na impossibilidade de vida extra uterina.”

A ex-deputada, fragorosamente derrotada para uma vaga no senado nas últimas eleições, nem mesmo falava em anencefalia, limitando-se, espertamente, ao genérico “grave e incurável anomalia”. Foi o parecer do relator Rafael Guerra (PSDB-MG) que limitou o escopo da tentativa da derrotada Jandira Feghali. Mas nem por isto o deputado tucano é digno de louvores, pois ele deu seu parecer pela aprovação do Projeto.

De tudo isto podemos dizer que a deputada Luiza Erundina (atualmente no PSB, mas que fez seu nome nacionalmente como petista da mais alta estirpe) pegou o bastão da ex-deputada Jandira Feghali. Com o afastamento da feminista Feghali, a feminista Erundina resolveu levar sua obra à frente.

Nada surpreendente para quem conhece o histórico de Luiza Erundina. Eis o que relata o Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, referência do movimento Pró-Vida no Brasil:

“Coube ao PT em 1989, durante a gestão de Luíza Erundina como prefeita de São Paulo, o pioneirismo na implantação da prática do aborto em um hospital público: o Hospital Dr. Arthur Ribeiro de Saboya (Hospital Jabaquara).”

E segue, ainda, o Pe. Lodi:

“Coube ao PT em 1991 a tentativa de estender tal prática a todo o país, por meio do Projeto de Lei 20/91, de autoria do deputado Eduardo Jorge, o qual, aliás, fora Secretário de Saúde durante o governo Erundina.”

Pergunta-se: há dúvidas quanto ao posicionamento de Luiza Erundina sobre o aborto? Outra dúvida: alguém ainda duvida que a Igreja rejeita TODA forma de aborto, seja por quais motivos forem? Outra: não está claro que Igreja e Erundina não seguem a mesma cartilha?

Agora, uma pergunta capital: o que a deputada Luiza Erundina tem para ensinar a 450 padres reunidos no 12o. Encontro Nacional de Presbíteros, que acontece em Indaici-SP?

Há gente que acha que a deputada tem o que dizer a padres do Brasil inteiro? Se for em como ir contra os ensinamentos da Igreja, ela pode dar uma palestra e tanto. Se for em como utilizar-se do poder que lhe foi posto nas mãos para contribuir para o abortamento de inocentes, ela tem muito o que falar, com certeza.

Mas a deputada até mesmo deu mostras do que motiva sua “luta”, para utilizar um termo tão caro aos seguidores da Teologia da Libertação, este câncer na Igreja:

“A motivação para minha ação veio, em primeiro lugar, da Igreja e do Evangelho vivo.”

Sim… As ações de Luiza Erundina vem do que ela entende por igreja e por evangelho. Até parece que podemos ler uma frase de Lula em carta ao então presidente da CNBB, Cardeal Geraldo Majella, escreveu que:

“minha identificação com os valores éticos do Evangelho, e pela fé que recebi de minha mãe (…) nosso governo, que, no entanto, não tomará nenhuma iniciativa que contradiga os princípios cristãos”.

Dois meses depois, a ministra Nilcéia Freire, da Secretaria Especial de Política para as Mulheres, levou ao Congresso uma proposta cujo conteúdo era a descriminalização do aborto, proposta que foi elaborada por uma Comissão Tripartite criada pelo governo Lula.

Este pessoal nunca muda. Trocam de casca, mas o conteúdo é o mesmo. Podem mudar de partido, fundar novo partido, brigar com os altos dirigentes, mas a prática é sempre a mesma. Instrumentalizam até mesmo a Igreja para seus objetivos.

Há limites para estas pessoas?

A deputada Luiza Erundina foi chamada para fazer uma análise de conjuntura. É mesmo conveniente que esta senhora diga algo a nossos padres? O que houve, afinal? Faltou gente disponível para falar? Será que em todo o Brasil não há uma pessoa que tenha o que dizer a nossos padres e que não tenha um histórico ligado ao abortamento de crianças?

Enquanto uma parte da Igreja no Brasil pensa que deve prestigiar certos pessoas que vão frontalmente contra o que prega a Igreja, no Brasil inteiro há hospitais fazendo o chamado “aborto legal”, que nada mais é de que um procedimento que é feito ao arrepio de nossa Lei Constitucional.

Não nos esqueçamos que foi Luiza Erundina a pioneira a implementar este serviço sujo de abortar crianças.

Muito melhor seria se nossos padres ouvissem alguém que lhes pudesse transmitir formas sobre como criar obstáculos à Cultura da Morte, e não a uma senhora que é tristemente conhecida por ter implementado o primeiro programa de aborto sob as asas de uma prefeitura.

Luiza Erundina é um péssimo exemplo para qualquer cidadão. Mais ainda para nossos padres.

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