“Consegui superar o estupro, mas nunca conseguir superar a experiência do aborto”

Aborto em casos de estupro ou incesto são situações utilizadas por ativistas pró-escolha que querem justificar a legalização do aborto. Entretanto, qual é o real impacto do aborto em mulheres que são vítimas de violação?

O aborto ajuda a mulher a superar o estupro? A criança que nasce é de fato uma lembrança constante da violência que ela sofreu?

Lesley McAskie,da Grã-Bretanha, pode responder com a autoridade da experiência à essas questões. Ela foi estuprada quando tinha 13 anos e engravidou.

Na época, ela morava na Irlanda, país onde o aborto é ilegal. Seus pais, entretanto, não queriam que ela desse à luz a esse bebê e a levaram para Inglaterra, país vizinho, para que ali ela tivesse um aborto.

Foi um tempo de dor e confusão para Lesley. Ela era muito nova e dependia dos pais, entretanto, não era essa a “ajuda” que ela precisava. O aborto tornou ainda maior o seu sofrimento, ela mesma conta:

“Meu aborto tem afetado minha vida por 37 anos. Eu consegui superar o estupro que sofri aos 13 anos, mas nunca consegui superar a experiência do aborto…

O conselho que eu dou para quem se encontra na mesma situação é: pense duas vezes. Não vá pensando que o aborto é um conserto rápido – não é. O aborto ficará com você pelo resto da sua vida. Ele volta para te assombrar.

Pense sobre o que você esta fazendo. Pense sobre o procedimento do aborto. Pense no estágio de desenvolvimento do bebê – porque você não se torna mãe no momento em que o bebê nasce: você se torna mãe no momento que você fica grávida, no momento que você concebe a criança.

Se uma mulher descobre que está grávida depois de um estupro, ela precisa de muita ajuda. Ela precisa de compaixão, de aconselhamento, ela precisa de muitos cuidados. Ela não precisa de outro ato de violência como o aborto.”

 

Com informações LifeSiteNews e The Christian Institute.

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