14 anos e um corpinho de 3!

article-1189975-05292E95000005DC-348_233x561Pouco tempo atrás, quando o STF se meteu a liberar pesquisas com embriões congelados, teve um monte de gente que pulou em defesa desta decisão imoral afirmando que já que os embriões ficariam lá sem serventia, seria mais do que natural, mais humanitário até segundo alguns, que eles fossem utlizados em pesquisas.

O argumento para esta imoralidade? Bem… Pesquisadores e médicos afirmavam que após 3 anos os embriões tornar-se-iam inviáveis para implantação. Tudo bem, tudo certo… só que a realidade — sempre ela! — vem e desmente a mentira criada por fortíssimos grupos de interesse e divulgada de forma ampla por uma mídia que pouco se importa em procurar a verdade.

À época divulgou-se bastante o caso do menino Vinicius Dorte, que, após 8 anos congelado quando ainda embrião, foi implantado no útero de sua mãe e hoje é um menino saudável a dar alegrias a seus pais.

Mas o caso do menino Vinicius não é exceção. Na Inglaterra, uma menina chamada Shani Moran-Simmonds mostra que cada embrião é já uma vida humana que isto de colocar limites ao tempo congelado é coisa que só pode mesmo sair da cabeça de pesquisadores bem pouco preocupados com a ética, coisa de quem está bem mais preocupado em arrumar mais e mais financiamentos para suas pesquisas e que liga bem pouco para o descarte de vidas humanas.

Shani esteve congelada como embrião durante mais de 1 década! Implantada no útero de sua mãe, Shani hoje é uma menina linda e completamente normal. Onde é mesmo que está a inviabilidade?

É bom que se diga que fertilizações in vitro são também imorais, devendo a geração de filhos seguir sempre o curso natural. E a própria história da menina Shani é tristemente marcada pela geração de inúmeros embriões que não conseguiram se fixar no útero de sua mãe. Mas tomando o fato de que já foram gerados estes seres humanos, é mais imoral ainda tantos procurarem sacrificá-los no altar da Ciência, como se isto fosse aceitável, ou, mais humanitário.

Não é! E a vida da menina Shani é mais um argumento que ajuda a calar a boca daqueles que pensam que a ciência é uma entidade auto-suficiente e que pode, à simples menção de uma palavra mágica — ZATZ!!! — prescindir de qualquer contato com a moral. Isto não é ciência, é apenas uma breve parada antes do caos.

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